segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Brasília


Sexta-feira, 17 de agosto, dedicamos a explorar Caldas Novas, principalmente as instalações do Caldas Termas Clube, que conta com várias piscinas de águas termais, toboaguas, escorregadores, com muita gente se divertindo nas reconfortantes águas. E com direito ainda, a um city tour em um veículo caracterizado de Maria-fumaça, percorrendo os principais pontos da cidade.
E para finalizar o dia, não poderia faltar o Empadão Goiano da Tânia – É o típico empadão goiano, com frango, lombo de porco, linguiça, queijo, batata, azeitona, pequi e guariroba, e mais o segredo da sua criadora, mantido a sete chaves. Muito gostoso.
Sábado, 18 de agosto, fomos ao Hot Park, na vizinha Cidade de Rio Quente. É um parque temático que aproveita as águas do Rio Quente para alimentar suas atrações, sendo a principal dela, a Piscina do Cerrado, com água de 37º C, e com ondas artificiais que chegam a 1,20m. Turistas de todos os cantos do país se misturam a estrangeiros. Muito concorrido.
Domingo, 19 de agosto, tocamos em frente, direção a Brasília. Mas antes porém, uma passada por Goiânia, a capital do Estado, para dar início a um desafio proposto aos Fazedores de Chuva: visitar as capitais de todos Estados brasileiros. Vamos começar por aqui, então.
Goiânia é uma cidade planejada, e o Palácio das Esmeraldas – assim se chama a sede do governo do Estado – está localizado exatamente no centro. Fácil. Tripé armado, um clique e pronto! Agora só faltam vinte e seis.
Em Brasília, fomos logo para a Esplanada dos Ministérios onde estão as maiores atrações da cidade: a Catedral, o Supremo, o Palácio do Planalto, o Palácio da Alvorada, o Congresso Nacional e tantos outros.
Dando prosseguimento ao nosso desafio, nos vimos diante de um impasse: fotografar em frente ao Palácio do Planalto, local de trabalho da Presidência da República, ou em frente ao Palácio dos Buritis, onde trabalha do Governador do Distrito Federal? Na dúvida, fotografamos em frente aos dois! Agora só faltam vinte e cinco.
Ainda sobrou tempo para uma rápida visita ao QG do Exército, onde trabalhei por quatro anos, de 1.980 a 1.984, quando encerrei precocemente minha carreira militar.
E para finalizar com chave de ouro, jantamos com o Raimundo e sua esposa Conceição. Conheci o Raimundo em 1967, quando fizemos o curso de Infantaria, na Escola de Sargentos das Armas, em Três Corações, Minas. É uma amizade forjada nas duras lides da caserna. Coisa para sempre.
Terezinha com Tânia, que faz o melhor empadão goiano em Caldas Novas

No Hot Park, em Rio Quente

Palácio das Esmeraldas, sede do Governo de Goias

A Catedral de Brasília

A Bandeira Nacional na Praça dos Três Poderes, em Brasília

Palácio da Alvorada, residência da Presidente da República

Congresso Nacional

Palácio do Planalto, local de trabalho da Presidente da República

QG do Exército, conhecido pelo carinhoso apelido de "Forte Apache"

Palácio dos Buritis, sede do Governo do Distrito Federal

Encontrando com nossos amigos, Conceição e Raimundo

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Primeiros Dias


Quarta-feira, 15 de agosto, amanheceu chovendo em Balneário Camboriú. Era só o que me faltava! Tantos dias de estiagem, e justo agora, que podemos sair viajando de moto, chove. Se há algo que me desagrada, é sair de casa de moto, com chuva. Mas temos que ir. Tantos planos feitos, tanta expectativa com a viagem, não vou frustrar só por causa de uma chuvinha.
Alguém tem que parar essa chuva!
Então recorremos àquela velha e infalível tática para espantar chuva: vestir a roupa impermeável para chuva. Pronto, e lá fomos nós.
Dito e feito. Vinte minutos depois, já rodávamos em pista seca. Mais um pouco, e lá veio o amigo sol.
Passamos por Curitiba, Vila Velha, Ponta Grossa, Castro (a primeira capital paranaense), e em Piraí do Sul nos metemos por uma estrada secundária para, em Ventania, tomarmos aquela que será a nossa grande guia nessa jornada rumo ao norte: a BR 153, conhecida também como Transbrasiliana, e mais para o norte, como a “Belém-Brasília”.
De um modo geral, a estrada está em condições razoáveis. Intenso tráfego de caminhões, algumas lombadas, e pedágios ao longo de todo o trecho.
Pernoitamos em Marília, no Hotel JR (jrhotel.com.br): razoável, central, com excelente café da manhã.
Quinta-feira, dia 16, Marília amanheceu com tempo bom. Nada de chuvas por aqui. Então, lá vamos nós, rumo norte.
A Transbrasiliana continua igual, bom pavimento, muitos caminhões, intermináveis retas, cortando extensas áreas plantadas com tudo o que se possa imaginar, desde cana-de-açúcar, laranjas, milho, eucaliptos, teca, abacaxi, café, etc. Às vezes, variava para criação de gado. Dificilmente se via locais com vegetação nativa, que, à medida que avançávamos, penetrávamos na área do cerrado.
Ao final da tarde, chegamos a Caldas Novas e nos hospedamos no CTC Apart Service. Trata-se de um condomínio próximo ao Caldas Termas Club, um dos mais antigos clubes de águas termais da cidade, onde a Assefaz (Associação dos Servidores do Ministério da Fazenda) tem alguns apartamentos para uso de associados, a preço simbólico. Então, vamos desfrutar essa maravilha!
Ao final deste segundo dia de viagem, uma nota sobre a moto. Continua fantástica, nossa BMW GS 1200 Adventure. Só alegrias.
Nossa GS vencendo as distâncias. Visão da garupa.

Por do sol no interior de São Paulo

Já era noite, quando chegamos em Marília

Saboreando uma "rara" Serramalte durante o jantar em Marilia - Rest. 515.

Esta pareja de viajeros, saindo do Hotel JR, em Marília/SP

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Preparativos Iniciais


Finalmente vamos sair para mais uma viagem. Desta vez, de moto. Pelo Brasil. Vamos com a BMW, por que no programa vamos visitar a Ilha do Bananal, e o Parque Estadual do Jalapão, em Tocantins.
Esta viagem foi sendo adiada por questões de saúde, mas agora vai. Sairemos (eu e Terezinha) na próxima quarta-feira, dia 15. No caminho, vamos rever um alguns trechos da BR 153, que fizemos nos idos de 1980, de Fusca, quando fui transferido para Brasília, para servir no QG do Exército.
Queremos conhecer Caldas Novas, visitar a SQN 113 em Brasília, onde moramos por quatro anos e meio, possivelmente aí encontrar alguns colegas dos tempos do Exército, para depois rumar para o Tocantins, onde está o nosso principal objetivo.
Se sobrar tempo, continuaremos vagando por aí, quase que meio sem destino, mas sempre de olho no calendário, pois temos compromisso já assumido para participarmos do Encontro de Harley Davidson em La Paz, na Bolívia – Ruta de Altura, que acontecerá de 4 a 6 de outubro.
Aqui em casa os preparativos estão em ritmo acelerado. A moto com as revisões em dia, pneus (Michelin) novos, mapas roteáveis atualizados, e muita, mas muita vontade de viajar. Vai ser bom!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

De volta para casa

O percurso até León – quatrocentos quilômetros aproximadamente - fizemos em pouco mais de quatro horas, sempre pelas excelentes carreteras de cuotas. Lá nos aguardavam para o almoço, os amigos Manuel e Sandra.
À noite, fui com Manuel à reunião do seu grupo de motociclistas, o Iron Wings. Gente amiga, reúnem-se semanalmente, sempre nas quintas-feira, em um local agradável, alugado especialmente para isto. É a sede do grupo. Bom papo, e jantar melhor ainda. Para aquela ocasião, como que para uma despedida minha da saborosa comida mexicana, foi servido tacos de arrachera. Estava tudo muito delicioso.
Dia seguinte, trinta de março, sexta-feira, hora de vir embora. Despedimo-nos de Sandra, que pela manhã nos preparou um excelente desayuno, e Manuel nos levou até o aeroporto. De lá, ele ainda faria um favor para nós: entregar o carro para a locadora.
Ao embarcarmos no avião que nos levaria até a capital mexicana, uma grata surpresa: era um jato da Embraer. Respirei fundo, estufei o peito, empinei o nariz e fui em frente, confiante de que teríamos uma viagem tranquila. Mas que nada. Na rota, muita turbulência, fez o nosso pequeno avião sacolejar como um automóvel rodando em estrada esburacada. Valente, venceu a batalha, e em pouco mais de meia hora aterrisávamos na Cidade do México, para fazer a conexão para o Brasil.
Chegamos em São Paulo ao amanhecer, um “breve” pitstop no aeroporto de Guarulhos até as quatro da tarde, e às cinco em ponto, aterrisávamos em Florianópolis, onde nos aguardavam nossos filhos André e Fernando, e a neta Ana Luiza. Como é bom reencontrar eles depois de quarenta dias sem nos ver.
Ao finalizar este breve relato, gostaria de registrar nossos sinceros agradecimentos:
– Aos Grandes Caciques Fazedores de Chuva Manuel Quintana (El Médico Brujo) e sua adelita Sandra, pelo apoio, pelas orientações, pela hospitalidade, e sobretudo, pela agradável companhia que foram;
– Ao simpático casal Fernando e Sofia, de Guadalajara, que nos acolheram em seu lar, proporcionando-nos uma excelente tarde de domingo, com almoço e boa conversa, prenúncio de uma grande amizade;
– Ao Grande Cacique Fazedor de Chuva Dolor, que foi nosso garupa virtual (opsss! Não estávamos de moto), digo, nosso carona virtual;
E deixar registrado que trazemos do México, e do povo mexicano, as melhores impressões. Foram quarenta dias de viagem, em carro, de sul ao norte, desde a fronteira com a Guatemala até a fronteira com os Estados Unidos, onde não tivemos nenhum tipo problema, quer de segurança, quer de relacionamento. Onde chegávamos, éramos muito bem recebidos e tratados, mesmo por desconhecidos.
Rodar pelas rodovias mexicanas, é uma tranquilidade. Muito seguras, com patrulhas e pontos de verificação do Exército, da Marinha, ou da Polícia Federal, ao longo de todos os percursos. Rodamos por centenas de quilômetros em rodovias secundárias na fronteira com a Guatemala, sem encontrar o menor obstáculo. Cruzamos toda a Baja California Sur, e a Baja California, por estradas desertas, mas muito seguras devido a um trabalho incessante dos órgãos de segurança, sempre presentes.
México, um país que trazemos no coração.
México, um país que ainda voltaremos para visitar o que faltou.
GCFC Osmar e Terezinha
Uma pista elevada, para desafogar o trânsito na capital mexicana

Assim são as autopistas de cuotas

León, vista geral

Aeroporto Internacional de Guanajuato, em León

quarta-feira, 28 de março de 2012

Basílica de Guadalupe

Deixamos Morélia certos de que tínhamos visitado uma das mais belas cidades mexicanas, e especialmente impressionados com o interior do Santuário de Nuestra Señora de Guadalupe: cúpula, paredes e tetos de cores vibrantes.
Nosso destino agora era a capital do México, onde logo chegamos sempre pelas excelentes autopistas de cuotas. Nos instalamos no hotel Montevideo, bem próximo à Insigne Y Nacional Basílica de Guadalupe.
Um dos mais ricos e visitados santuários católicos das Américas, composto de vários edifícios construídos na base do Cerro Del Tepeyac, onde acredita-se que aqui, em 1531, uma Virgem Maria de pele morena tenha aparecido milagrosamente para o índio Juan Diego, quatro vezes.
Viemos especialmente para agradecer a esta virgem pelo apoio espiritual que recebi, ano passado, quando da minha cirurgia. Nos momentos mais difíceis, quando parece que os médicos, os remédios e a medicina convencional não surtem efeito, surge uma estranha força que nos ajuda a vencer as dificuldades. Invoquei o seu nome naqueles dias de hospital. Agradeço por ter-me ajudado.
Detalhes do Recinto Guadalupano podem ser vistos em www.virgendeguadalupe.org.mx.
Agora estamos prontos para seguir para casa. Vimos e fizemos tudo a que nos propusemos. Amanhã seguiremos para León, para reencontrar os amigos Manuel e Sandra, devolver o carro – que, diga-se de passagem, se comportou muito bem, e embarcar de volta para o Brasil, para rever nossos familiares e amigos. Muitas saudades de todos.
Aqueduto em Morélia

Santíssima Virgem de Guadalupe

Interior da Nova Basílica de Gudalupe. Em destaque, o órgão.

Ao fundo, à esquerda a basílica antiga. Ao centro, a nova

Basílica antiga e a nova

Iglesia Del Cerrito, no Recinto Guadalupano

La Ofrenda, conjunto escultório no Recinto Guadalupano

segunda-feira, 26 de março de 2012

Morélia

Depois de um sábado movimentado e regado a tequila, tiramos o domingo para passear por Guadalajara e arredores, e conhecer as atrações da região.
Em Tonalá, vimos aquela que foi para nós, até agora, a maior feira ao ar livre já vista. Enorme! Ruas e mais ruas da cidade tomadas por barracas que vendiam de tudo, com destaque para produtos de cerâmica e vidro. E comida. Aliás, as barracas de comidas eram sempre as mais movimentadas. O cheiro que vinha delas, e a vontade com que as pessoas comiam, nos fez imaginar que deveria ser uma comida muito saborosa. E quase sempre, comida de comer com as mãos, sem usar garfos/facas/colheres. É o costume daqui. Eram tacos, tortilhas, tostadas, burritos, gorditas...
E nós vendo aquilo tudo, e não podíamos comer nada. Fomos recomendados pelo Fernando, de não comer qualquer coisa, naquele dia. O Fernando é um amigo motociclista daqui de Guadalajara, que nos foi apresentado pelo nosso Grande Cacique Dolor. Isto porque, ele nos levaria para almoçar uma comida especial. E foi mesmo. Voltando do passeio, Fernando nos apanhou no hotel e nos levou para saborear costelas de rês ao forno, feitas especialmente pela sua querida Sofia. Maravilhosas e tenras costelas “al horno”, acompanhadas de salsas mexicanas, e claro, muito tequila. Que dia maravilhoso. Que gente amiga temos encontrado por aqui. E tudo isto, graças ao motociclismo, e aos amigos que se multiplicam. Muito obrigado, Fernando e Sofia, pela tarde maravilhosa que nos proporcionaram.
E hoje, segunda-feira, viemos até Morélia, capital do estado de Michoacán. Cidade antiga, fundada em meados do século 16, e que mantém em muito bom estado de conservação, as ruas com os calçamentos originais, os prédios e as igrejas, belíssimas, por sinal.
Em Morélia estamos hospedados no Hotel Cassino (www.hotelcasino.com.mx) , que outrora pertenceu à rede Best Western.
Aliás, sobre hotéis aqui no México, existe uma página na internet http://www.hotelesmexico.com/, que nos fornece relação (não exaustiva) dos hotéis disponíveis. Clicando-se no link “Busqueda Geográfica”, abre-se mapa com todos os Estados. Basta clicar no Estado pretendido, e depois na cidade, e terás a relação dos hotéis, inclusive com preço, e breve descrição. Muito útil.
Feira livre em Tonalá, Jalisco

Catedral de Guadalajara, Jalisco

Com os amigos, Sofia e Fernando, em Guadalajara, Jalisco

Com o Gerente de Vendas da HD Jalisco, em Zapopan

Catedral de Morélia, Michoacán

Calle em Morélia, Michoacán

Outra calle em Morélia, Michoacán

Catedral de Morélia, Michoacán, à noite.


sábado, 24 de março de 2012

Tequila Express

Em Hermosillo jantamos no restaurante Xochimilco, expecializado em carnes de rês, pois, conforme já comentamos anteriormente, a região é a maior produtora de carne de gado do país. Comemos filé grelhado e costela. Saborosos, acompanhados de uma enorme tortilha de harina (de trigo), frijoles refritos e chiles.
Na segunda-feira prosseguimos viagem pela Mex 15, rumo ao sul, sempre pelas excelentes (e caras) carreteras de cuotas mexicanas. Dormimos em Los Mochis, no hotel City Express.
Na terça-feira fomos até Mazatlán, situada logo ao sul do Trópico de Câncer. Cidade de clima agradável, com mais de vinte quilômetros de belas praias, dezenas de grandes hotéis, e excelentes restaurantes, onde se come muitos frutos do mar. Nos fartamos com camarões.
Na quarta-feira, seguimos até Puerto Vallarta, onde nos hospedamos no Plaza Pelicanos Grand Beach Resort. E aí tivemos uma espécie de amnésia: nos esquecemos que um dia fomos pobres. Hotel gigantesco, com amplas e confortáveis instalações, sistema all inclusive, com todas as mordomias imagináveis. Menos internet. O uso da internet é custo à parte, e é caro. Por isso, desligamos o nosso netbook. Folga prá ele. Aproveitamos para curtir o hotel, as piscinas, as atrações, os shows, os coquetéis (me empanturrei de Negra Modelo – tirada), tudo à beira de charmosa praia do Pacífico, vendo monstruosos navios cruzeiro, ora chegando, ora partindo. Neste paraíso ficamos dois dias. Merecíamos mais, porém...
Sexta-feira viemos a Guadalajara, a capital do Estado de Jalisco, nos hospedamos no Hotel City Express onde pretendemos ficar três noites. O amigo Manuel nos indicou nesta cidade, o Hotel Del Bosque, porém está fechado, em reformas. Que pena!
E hoje, sábado, fomos fazer um agradabilíssimo passeio, no Tequila Express, La Leyenda (http://www.tequilaexpress.com.mx/). Trata-se de um passeio em trem (olha nós aí passeando de trem, novamente), muito confortável, até a localidade de Amatitan, onde está localizada a “Casa Tequilera Herradura”. Já na estação ferroviária, antes da saída, uma prévia do que seria o passeio, com a apresentação de mariachis, que nos acompanhariam o dia inteiro. O percurso é pequeno, cerca de duas horas, ouvindo boa música mexicana, e bebendo tequila: puro ou misturado com gelo e refrescos, sendo o mais popular conhecido como “marguerita”.
Na casa tequilera, um recorrido onde conhecemos as distintas etapas do processo de fabricação de tequila e suas origens. E para almoçar, um rico Buffet, só de comidas mexicanas, tudo à base de tortilhas de maiz, frijoles, carnes de rês e pollo. E os mariachis não pararam um só momento. O incansável conjunto nos brindou com dezenas e dezenas de sucessos mundiais: malagueña, aca entre nós, cielito lindo, cuatro caminos...
A tequila é feita da seiva da agave azul, uma espécie de cacto da região, que é colhido de oito a dez anos após o plantio. Cortam-se as folhas (como palmas) e aproveita-se um miolo compacto, chamado piña. Essas piñas são cozidas em um forno e amassadas para soltar a seiva, que é a matéria prima da tequila. Depois de fermentado, o líquido é destilado duas vezes.
O circo do Professor Jirafalis

Um camarãozinho em Mazatlán

Praia em Mazatlán, ao anoitecer.

Puerto Vallarta

Nosso hotel, em Puerto Vallarta

Com a embaixadora dos Mariachis

Plantação da agave azul

Agave azul recém colhida

Preparando as piñas para cozimento


Show com mariachis e dançarinos